A revolução do computador e das telecomunicações foi e ainda tem sido a principal responsável pelas atuais transformações sociais. A proliferação da internet criou uma nova linguagem e o conceito de aldeia global, criado pelo sociólogo canadense Marshall McLuhan, expandiu suas fronteiras e alcança agora o profissional de marketing e vendas.
Com o advento da globalização, a concorrência está cada vez mais acirrada. E nesta luta de interesses, não é o grande que vence os pequenos na disputa de espaços. É o mais rápido que engole o mais lento. Tempo é dinheiro, negócios bem sucedidos e profissionais reconhecidos. Então, é a estratégia de marketing e de vendas que garante bons resultados no mercado corporativo.
Mudar o paradigma se faz necessário, já que ser o melhor não é suficiente porque todos estão empenhados em ser o melhor. Os profissionais devem competir para ser únicos, diferentes. E a combinação ideal para isso é ter conhecimento, habilidade e atitude. Não podemos esquecer o dinamismo, peça-chave de todo o processo.
Diante dessas circuntâncias, torna-se imprescindível mesclar características diferentes da geração X com as da geração Y. A primeira tem mais experiência e a segunda, mais facilidade para adaptações e para assimilar as novas ferramentas tecnológicas. A geração Y (nascidos a partir de 1986) teve influências de heróis sociais e da sociedade pós 11 de setembro. Ela age, portanto, com mais determinação, entusiasmo e confiança em excesso.
O novo profissional de marketing está mais ambicioso, com enorme desejo de deixar sua marca pessoal na empresa e não está disposto a ser microgerenciado. É por esse motivo que ele tem uma necessidade de evoluir e construir um plano de carreira. Exige um desenvolvimento pessoal focado e, consequentemente, espera crescer rapidamente.
Essa é a tendência dos profissionais de marketing. Integrados com vendas, eles melhoram o conhecimento sobre o cliente e buscam formas de fidelizá-lo. No atual cenário, em que o mercado já está saturado, a fidelização torna-se ainda mais importante que a conquista de novos consumidores.
A área de marketing é um campo fértil para a criatividade. Para consolidar uma marca, é preciso sair da zona de conforto e ousar, inovar com riscos calculados. Segmentar o mercado e especializar-se em uma categoria específica de consumidores são meios de se sobressair. Os profissionais de marketing têm sido, portanto, audaciosos na luta pela sobrevivência corporativa.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
sábado, 19 de setembro de 2009
O DNA HOTELEIRO
A hotelaria vive grandes transformações. Se de um lado este setor traz novas oportunidades, por outro acarreta enormes desafios – motivados pelo aumento da concorrência e pelas demandas de um público cada vez mais exigente. A necessidade de especialização e de aprimoramento constantes dos serviços impede os profissionais do segmento de se descuidar de sua formação e informação.
Tecnologia da informação e e-commerce estão mudando drasticamente nossa realidade e a hospedagem está entre os setores que mais sofrem impacto. Por isso, fatores como as necessidades dos hóspedes, a administração da propriedade, vendas e precificação e as estratégias de marketing têm que ser adaptados rapidamente ao comportamento do novo consumidor.
Readequações também acontecem na visão operacional, em que tecnologia e redução de custos requerem mais decisões e revisão freqüente dos processos. Entretanto, na visão comercial, de recursos humanos e de marketing, nem sempre o trabalho está em harmonia. Por esse motivo pergunto: se o valor mais importante da hotelaria é servir, como anda a motivação dos principais atores que lidam com o hóspede/cliente no dia a dia? Estão servindo com arte e competência? E a sintonia com os anúncios e campanhas bem feitas? Será que os funcionários estão sabendo que seu hotel está sendo divulgado?
A resposta para tais questões é simples. De nada adianta uma grande campanha de marketing se não houver um trabalho de endomarketing com as equipes envolvidas. Não importa a categoria do hotel. O recepcionista, o porteiro e a camareira convivem muito mais com o hóspede do que qualquer gerente. O funcionário deve estar, no seu DNA, envolvido, comprometido e com o conceito claro sobre a proposta que o hotel oferece.
Toda essa globalização e a revolução tecnológica têm tornado a relação entre hoteleiros e hóspedes muito mais transparente. No entanto, é importante ter consciência que essa relação implica cada vez mais uma preservação dos valores individuais, com tratamento personalizado, diferenciado e dirigido a cada um dos perfis.
O momento é de desgaste das vantagens competitivas. Assim que um hotel ou uma rede hoteleira cria um diferencial em seu serviço, logo em seguida o concorrente lança um serviço semelhante e ainda melhor. Além disso, parcerias são sempre bem vindas. Mas nesse caso, ter foco é primordial, já que muitas vezes a ação não corresponde nem à sua marca nem à proposta do público do seu parceiro.
Outro detalhe relevante: foi-se a época em que muita informação gerava resultados. Aliás, quanto mais informação pior, porque ninguém lê, nem mesmo os funcionários envolvidos. O excesso de tarefas no dia-a-dia não permite. E aí acontece um processo já conhecido, alguém acha que comunicou e alguém acha que leu, e a relação hóspede/cliente também não assimilou a ação.
Segundo Philip Kotler, marketing é um processo pelo qual uma empresa se relaciona com um mercado de maneiras criativa, produtiva e lucrativa. E para atingir credibilidade e sucesso, ele lança algumas questões vitais. Qual a minha vantagem competitiva? Qual é minha vantagem para o cliente? Qual será a minha próxima vantagem? Quais serão os principais desejos dos meus clientes? Quem é meu principal concorrente hoje? Quem será meu principal concorrente daqui a um, dois, três anos?
Com essas projeções bem definidas, a proposta é conseguir os bens e serviços certos para as pessoas certas, nos lugares certos, no tempo certo, ao preço certo, com promoções e comunicações adequadas. Se na comunicação do produto se deve destacar os atributos intangíveis, em matéria de hotelaria a ação é o oposto. A comunicação é a prova tangível da promessa, tem que ser coerente e seguida de um serviço que não a desminta. O modelo esquemático de posicionamento é simples: QUEM vende, o QUÊ, para QUEM.
Na fórmula universal do marketing hoteleiro, temos componentes interdependentes em que o valor é igual a originalidade aliada a coerência e consistência. Os passos para executar claramente o plano de marketing são: definição de um segmento de mercado, dimensionamento dos serviços hoteleiros, montagem do processo do serviço, escolha de um conceito hoteleiro original e construção de uma imagem fácil e clara de comunicar.
É nesse momento que o plano de comunicação é fundamental para o sucesso. E para isso, é de suma importância informar e instruir todos os funcionários do hotel e seus terceirizados, incluindo os manobristas. Todos devem estar antenados sobre o posicionamento do hotel. Os desafios são muitos. Persuadir os clientes-alvo de que o serviço oferecido pelo hotel é melhor que o de seus concorrentes. Igualmente importante é lembrar e motivar os clientes a voltar, além de manter contato com hóspedes existentes, ajudando a firmar relações duradouras.
A criação de imagens tangíveis e memorizáveis contribui para formar a consciência e o interesse, que estimularão o teste do serviço. A comunicação das vantagens e benefícios especiais da sua marca pode ser um exercício. É preciso equilibrar a estratégia. Saber estimular a demanda em períodos de baixa procura e estimular a sua redução durante os períodos de pico.
O contra-ataque às propostas dos concorrentes deve ser imediato. A agilidade em garantir os serviços pode auxiliar na restauração da confiança do cliente. Foco e determinação reforçam a fidelidade do hóspede e o tão sonhado reconhecimento vem em dobro: cliente satisfeito e funcionário valorizado.
Tecnologia da informação e e-commerce estão mudando drasticamente nossa realidade e a hospedagem está entre os setores que mais sofrem impacto. Por isso, fatores como as necessidades dos hóspedes, a administração da propriedade, vendas e precificação e as estratégias de marketing têm que ser adaptados rapidamente ao comportamento do novo consumidor.
Readequações também acontecem na visão operacional, em que tecnologia e redução de custos requerem mais decisões e revisão freqüente dos processos. Entretanto, na visão comercial, de recursos humanos e de marketing, nem sempre o trabalho está em harmonia. Por esse motivo pergunto: se o valor mais importante da hotelaria é servir, como anda a motivação dos principais atores que lidam com o hóspede/cliente no dia a dia? Estão servindo com arte e competência? E a sintonia com os anúncios e campanhas bem feitas? Será que os funcionários estão sabendo que seu hotel está sendo divulgado?
A resposta para tais questões é simples. De nada adianta uma grande campanha de marketing se não houver um trabalho de endomarketing com as equipes envolvidas. Não importa a categoria do hotel. O recepcionista, o porteiro e a camareira convivem muito mais com o hóspede do que qualquer gerente. O funcionário deve estar, no seu DNA, envolvido, comprometido e com o conceito claro sobre a proposta que o hotel oferece.
Toda essa globalização e a revolução tecnológica têm tornado a relação entre hoteleiros e hóspedes muito mais transparente. No entanto, é importante ter consciência que essa relação implica cada vez mais uma preservação dos valores individuais, com tratamento personalizado, diferenciado e dirigido a cada um dos perfis.
O momento é de desgaste das vantagens competitivas. Assim que um hotel ou uma rede hoteleira cria um diferencial em seu serviço, logo em seguida o concorrente lança um serviço semelhante e ainda melhor. Além disso, parcerias são sempre bem vindas. Mas nesse caso, ter foco é primordial, já que muitas vezes a ação não corresponde nem à sua marca nem à proposta do público do seu parceiro.
Outro detalhe relevante: foi-se a época em que muita informação gerava resultados. Aliás, quanto mais informação pior, porque ninguém lê, nem mesmo os funcionários envolvidos. O excesso de tarefas no dia-a-dia não permite. E aí acontece um processo já conhecido, alguém acha que comunicou e alguém acha que leu, e a relação hóspede/cliente também não assimilou a ação.
Segundo Philip Kotler, marketing é um processo pelo qual uma empresa se relaciona com um mercado de maneiras criativa, produtiva e lucrativa. E para atingir credibilidade e sucesso, ele lança algumas questões vitais. Qual a minha vantagem competitiva? Qual é minha vantagem para o cliente? Qual será a minha próxima vantagem? Quais serão os principais desejos dos meus clientes? Quem é meu principal concorrente hoje? Quem será meu principal concorrente daqui a um, dois, três anos?
Com essas projeções bem definidas, a proposta é conseguir os bens e serviços certos para as pessoas certas, nos lugares certos, no tempo certo, ao preço certo, com promoções e comunicações adequadas. Se na comunicação do produto se deve destacar os atributos intangíveis, em matéria de hotelaria a ação é o oposto. A comunicação é a prova tangível da promessa, tem que ser coerente e seguida de um serviço que não a desminta. O modelo esquemático de posicionamento é simples: QUEM vende, o QUÊ, para QUEM.
Na fórmula universal do marketing hoteleiro, temos componentes interdependentes em que o valor é igual a originalidade aliada a coerência e consistência. Os passos para executar claramente o plano de marketing são: definição de um segmento de mercado, dimensionamento dos serviços hoteleiros, montagem do processo do serviço, escolha de um conceito hoteleiro original e construção de uma imagem fácil e clara de comunicar.
É nesse momento que o plano de comunicação é fundamental para o sucesso. E para isso, é de suma importância informar e instruir todos os funcionários do hotel e seus terceirizados, incluindo os manobristas. Todos devem estar antenados sobre o posicionamento do hotel. Os desafios são muitos. Persuadir os clientes-alvo de que o serviço oferecido pelo hotel é melhor que o de seus concorrentes. Igualmente importante é lembrar e motivar os clientes a voltar, além de manter contato com hóspedes existentes, ajudando a firmar relações duradouras.
A criação de imagens tangíveis e memorizáveis contribui para formar a consciência e o interesse, que estimularão o teste do serviço. A comunicação das vantagens e benefícios especiais da sua marca pode ser um exercício. É preciso equilibrar a estratégia. Saber estimular a demanda em períodos de baixa procura e estimular a sua redução durante os períodos de pico.
O contra-ataque às propostas dos concorrentes deve ser imediato. A agilidade em garantir os serviços pode auxiliar na restauração da confiança do cliente. Foco e determinação reforçam a fidelidade do hóspede e o tão sonhado reconhecimento vem em dobro: cliente satisfeito e funcionário valorizado.
O VALOR DOS VALORES
O que vem à mente quando pensamos em valores? Se você associou essa palavra a condutas morais ou à definição de nossas crenças fundamentais empregadas em nossa vida pessoal, você acertou. Mas e os valores empresariais? Não são igualmente importantes e necessários para a consolidação do trabalho? Eu, particularmente, acredito e tenho que acreditar que, cada pessoa que trabalha comigo também pense que sim!
Posso afirmar com segurança que toda a equipe compreende e defende essa proposta. Os valores que foram definidos pelas pessoas que trabalham comigo foram: transparência, profissionalismo, ética e inovação. Ninguém é obrigado a praticar valores que não tem. Aliás, precisamos rever sempre nossos valores pessoais, para depois praticar os valores empresariais. Quem não aplica em sua vida, dificilmente empregará num ambiente de trabalho.
E é exatamente com base nesse raciocínio que essa é a essência do acordo aplicado no local em que trabalho, uma fundação sem fins lucrativos mantida pela iniciativa privada. É sob essa concepção que nosso corpo de funcionários batalha diariamente e entendeu que quem não quiser ou não puder aplicar estes Valores, que procure outro lugar para trabalhar.
Não tenho a pretensão de ensinar, muito menos tecer conselhos intermináveis. Gostaria apenas de registrar aqui a minha percepção e contribuir para que possamos assimilar o real valor dos valores. Por isso, reflita por um minuto, mas se permita fazer uma reflexão honesta, exercício que emprego em minha própria vida. Transparência, profissionalismo, ética e inovação. Você está de fato praticando algum desses valores? Mas vamos lá, antes disso. Já parou para se perguntar: como estou conduzindo minha vida? Tenho sido leal comigo mesmo?
Tenha a absoluta certeza de que quando estamos representando uma empresa, somos uma pessoa jurídica, portanto, seja em uma visita, numa viagem, numa feira, em um evento, num almoço ou mesmo no próprio ambiente do escritório, qualquer atitude, postura, qualquer trabalho, por menor que seja e que esteja fora do processo ou qualquer prestação de contas, qualquer indicador não cumprido, um pequeno lapso prejudica diretamente não só o próprio profissional que o pratica, mas a imagem da empresa e também a de seu dirigente.
A janela de Johari, uma ferramenta conceitual criada pelos doutores Joseph Luft e Harry Ingham, mostra que quando as pessoas se vêem ou se comportam da mesma forma como são vistas pelos demais, tudo indica que trabalharão melhor com os que as cercam. É uma questão de sintonia de valores interpessoais que facilita nossa comunicação com todo um grupo e em diferentes situações. Contudo, muitas vezes a nossa auto-imagem difere da imagem que os outros têm de nós, o que causa conflitos e distorções de personalidade e principalmente de caráter.
Por isso, faço e recomendo parar e fazer uma reflexão pessoal. Tenho orgulho de destacar em minhas apresentações que confio na equipe que trabalho e tenho sempre a fé de que nenhum deles tomaria uma atitude que pudesse prejudicar a si mesmo, a empresa ou seus dirigentes. Já dizia o ministro e compositor Gilberto Gil: “Andar com fé eu vou, porque a fé não costuma falhar”.
Mas e na sua empresa? Como anda o debate dos valores empresariais e pessoais?
Posso afirmar com segurança que toda a equipe compreende e defende essa proposta. Os valores que foram definidos pelas pessoas que trabalham comigo foram: transparência, profissionalismo, ética e inovação. Ninguém é obrigado a praticar valores que não tem. Aliás, precisamos rever sempre nossos valores pessoais, para depois praticar os valores empresariais. Quem não aplica em sua vida, dificilmente empregará num ambiente de trabalho.
E é exatamente com base nesse raciocínio que essa é a essência do acordo aplicado no local em que trabalho, uma fundação sem fins lucrativos mantida pela iniciativa privada. É sob essa concepção que nosso corpo de funcionários batalha diariamente e entendeu que quem não quiser ou não puder aplicar estes Valores, que procure outro lugar para trabalhar.
Não tenho a pretensão de ensinar, muito menos tecer conselhos intermináveis. Gostaria apenas de registrar aqui a minha percepção e contribuir para que possamos assimilar o real valor dos valores. Por isso, reflita por um minuto, mas se permita fazer uma reflexão honesta, exercício que emprego em minha própria vida. Transparência, profissionalismo, ética e inovação. Você está de fato praticando algum desses valores? Mas vamos lá, antes disso. Já parou para se perguntar: como estou conduzindo minha vida? Tenho sido leal comigo mesmo?
Tenha a absoluta certeza de que quando estamos representando uma empresa, somos uma pessoa jurídica, portanto, seja em uma visita, numa viagem, numa feira, em um evento, num almoço ou mesmo no próprio ambiente do escritório, qualquer atitude, postura, qualquer trabalho, por menor que seja e que esteja fora do processo ou qualquer prestação de contas, qualquer indicador não cumprido, um pequeno lapso prejudica diretamente não só o próprio profissional que o pratica, mas a imagem da empresa e também a de seu dirigente.
A janela de Johari, uma ferramenta conceitual criada pelos doutores Joseph Luft e Harry Ingham, mostra que quando as pessoas se vêem ou se comportam da mesma forma como são vistas pelos demais, tudo indica que trabalharão melhor com os que as cercam. É uma questão de sintonia de valores interpessoais que facilita nossa comunicação com todo um grupo e em diferentes situações. Contudo, muitas vezes a nossa auto-imagem difere da imagem que os outros têm de nós, o que causa conflitos e distorções de personalidade e principalmente de caráter.
Por isso, faço e recomendo parar e fazer uma reflexão pessoal. Tenho orgulho de destacar em minhas apresentações que confio na equipe que trabalho e tenho sempre a fé de que nenhum deles tomaria uma atitude que pudesse prejudicar a si mesmo, a empresa ou seus dirigentes. Já dizia o ministro e compositor Gilberto Gil: “Andar com fé eu vou, porque a fé não costuma falhar”.
Mas e na sua empresa? Como anda o debate dos valores empresariais e pessoais?
E ai? A feira este ano tá boa?
Quem já não ouviu esse comentário em algumas das nossas feiras de turismo?
Todos os anos, sempre há alguém questionando sua participação em uma das feiras do trade. Na mais recente, no interior de São Paulo, me fizeram essa pergunta e logo pensei: a ABAV está próxima e com certeza, a frase vai aparecer novamente.
Minha resposta sempre foi a mesma. Depende, qual o seu objetivo nessa feira?
É importante atentar que o sucesso de uma feira não deve ser avaliado pela quantidade de pessoas andando, pegando sacolas e brindes em corredores apertados.
Sucesso é a fórmula R+O=R (Relacionamento, Oportunidade e Resultados). Digo isto com base em boas experiências em algumas feiras. Muitos novos projetos de que participei tiveram início em conversas informais dentro de um estande.
Nos últimos 10 anos de participação nos eventos do trade, o visitante está cada vez mais seleto e em busca de oportunidades que, de fato, gerem negócios para suas empresas. Não se pode mais perder tempo. Por outro lado, nem sempre os profissionais enviados para ficar nos estandes estão predispostos a entender o novo perfil do público ou aproveitar a oportunidade para construir novos relacionamentos.
No entanto, não estou generalizando. Muitos profissionais abrem mão de ficar com suas famílias para enfrentar estradas ou aeroportos e participar de eventos, fazer negócios, representar sua marca e gerar relacionamento. Mas, em muitas feiras nos deparamos com grupos ou rodinhas de colegas de trabalho, principalmente quando o estande reúne colegas de diversas partes do país, que utilizam o momento para colocar as conversas em dia.
É apenas uma reflexão de quem levar e por que estar nas feiras. Sem contar que os congressos paralelos são uma importante ferramenta para debates e troca de informações. Responder se a feira está boa ou não depende muito da expectativa do que se espera encontrar lá. Seja o que for, há quem queira fazer novos negócios, distribuir materiais, tarifas ou acordos. Outros, novas amizades ou uma possível prospecção de emprego. Para outros, é só festa e confraternização.
Para poupar a equipe, muitos optam por contratar recepcionistas. Entretanto, o que a maioria esquece é que a partir do momento que alguém veste uma camiseta de sua marca, passa a integrar a representação da empresa expositora. E mais do que o atributo beleza e boa apresentação, nosso visitante quer produtos para vender, contratos para assinar, acordos para allotments de room nights, novos destinos e pacotes turísticos, tarifas competitivas, material promocional, respaldo!
Por isso, é fundamental enviar o briefing antecipado para cada um que estiver envolvido no estande. Seja ele funcionário ou terceirizado, a explicação do que é a empresa, seus produtos, seus concorrentes, seu mercado e o público visitante deve ser clara. Caso contrário, o estande pode até estar atraente e criativo, mas a imagem da sua marca será comprometida e a empresa expositora vai perder tempo e dinheiro.
O mercado vem mudando constantemente e a uma velocidade tal que as informações dos produtos e serviços passam a ser adquiridas por meios que, até então, eram alternativos e agora fazem parte da nossa realidade. A internet é o melhor exemplo. Logo, o modelo de atuação e de conquista do visitante precisa ser revisto a cada evento. Por isso, a estratégia de quem enviar e o que oferecer precisa ser avaliada de forma freqüente.
Temos cerca de 10 feiras nacionais e regionais no segmento turístico. E quem tem mais tempo de atuação do que eu nesse setor sabe que muitas daquelas festas e jantares, com convites disputadíssimos, já não são prioridade para as grandes empresas patrocinadoras. Até por que o índice de permanência dos visitantes durante todo o período da feira tem diminuído a cada ano.
Por esta razão, novas oportunidades surgem em encontros menores como happy hours ou jantares em pequenos grupos. Estes são os ambientes ideais para compartilhar melhores idéias e projetos. Mas também nesses casos, é preciso que as expositoras enviem representantes preparados aos estantes.
O sucesso de uma feira não está apenas em mensurar quem visita, mas naqueles que expõem.
Todos os anos, sempre há alguém questionando sua participação em uma das feiras do trade. Na mais recente, no interior de São Paulo, me fizeram essa pergunta e logo pensei: a ABAV está próxima e com certeza, a frase vai aparecer novamente.
Minha resposta sempre foi a mesma. Depende, qual o seu objetivo nessa feira?
É importante atentar que o sucesso de uma feira não deve ser avaliado pela quantidade de pessoas andando, pegando sacolas e brindes em corredores apertados.
Sucesso é a fórmula R+O=R (Relacionamento, Oportunidade e Resultados). Digo isto com base em boas experiências em algumas feiras. Muitos novos projetos de que participei tiveram início em conversas informais dentro de um estande.
Nos últimos 10 anos de participação nos eventos do trade, o visitante está cada vez mais seleto e em busca de oportunidades que, de fato, gerem negócios para suas empresas. Não se pode mais perder tempo. Por outro lado, nem sempre os profissionais enviados para ficar nos estandes estão predispostos a entender o novo perfil do público ou aproveitar a oportunidade para construir novos relacionamentos.
No entanto, não estou generalizando. Muitos profissionais abrem mão de ficar com suas famílias para enfrentar estradas ou aeroportos e participar de eventos, fazer negócios, representar sua marca e gerar relacionamento. Mas, em muitas feiras nos deparamos com grupos ou rodinhas de colegas de trabalho, principalmente quando o estande reúne colegas de diversas partes do país, que utilizam o momento para colocar as conversas em dia.
É apenas uma reflexão de quem levar e por que estar nas feiras. Sem contar que os congressos paralelos são uma importante ferramenta para debates e troca de informações. Responder se a feira está boa ou não depende muito da expectativa do que se espera encontrar lá. Seja o que for, há quem queira fazer novos negócios, distribuir materiais, tarifas ou acordos. Outros, novas amizades ou uma possível prospecção de emprego. Para outros, é só festa e confraternização.
Para poupar a equipe, muitos optam por contratar recepcionistas. Entretanto, o que a maioria esquece é que a partir do momento que alguém veste uma camiseta de sua marca, passa a integrar a representação da empresa expositora. E mais do que o atributo beleza e boa apresentação, nosso visitante quer produtos para vender, contratos para assinar, acordos para allotments de room nights, novos destinos e pacotes turísticos, tarifas competitivas, material promocional, respaldo!
Por isso, é fundamental enviar o briefing antecipado para cada um que estiver envolvido no estande. Seja ele funcionário ou terceirizado, a explicação do que é a empresa, seus produtos, seus concorrentes, seu mercado e o público visitante deve ser clara. Caso contrário, o estande pode até estar atraente e criativo, mas a imagem da sua marca será comprometida e a empresa expositora vai perder tempo e dinheiro.
O mercado vem mudando constantemente e a uma velocidade tal que as informações dos produtos e serviços passam a ser adquiridas por meios que, até então, eram alternativos e agora fazem parte da nossa realidade. A internet é o melhor exemplo. Logo, o modelo de atuação e de conquista do visitante precisa ser revisto a cada evento. Por isso, a estratégia de quem enviar e o que oferecer precisa ser avaliada de forma freqüente.
Temos cerca de 10 feiras nacionais e regionais no segmento turístico. E quem tem mais tempo de atuação do que eu nesse setor sabe que muitas daquelas festas e jantares, com convites disputadíssimos, já não são prioridade para as grandes empresas patrocinadoras. Até por que o índice de permanência dos visitantes durante todo o período da feira tem diminuído a cada ano.
Por esta razão, novas oportunidades surgem em encontros menores como happy hours ou jantares em pequenos grupos. Estes são os ambientes ideais para compartilhar melhores idéias e projetos. Mas também nesses casos, é preciso que as expositoras enviem representantes preparados aos estantes.
O sucesso de uma feira não está apenas em mensurar quem visita, mas naqueles que expõem.
Assinar:
Postagens (Atom)